terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Uma carta pela depressão
Dra Ana (minha querida psicóloga).-
Hoje preferi escrever...decidi não colocar os pés na rua, discretamente, óbvio.
Inventei uma dor de barriga, para ficar só, e cheguei a encená-la, para não preocupar os meus.
Depressão me causa vergonha.
Graças a algumas pessoas, que usam a depressão como desculpa para desrespeitar os outros.
"Nem sempre é só depressão, as vezes é psicopatia, imprudência, trauma ou personalidade."
E as vezes é só depressão mesmo. Como no meu caso. Alguns parentes acham uma frescura tratar de uma tristeza e chamar ela de doença.
Queria poder sentir como frescura, e uma carência de atenção.
Mas querer atenção não se encaixa com tamanha discrição de minha parte, ao tomar parte do que acontece comigo todos os dias.
Ultimamente ando torcendo para que as pessoas não venham me visitar, pois meu único assunto agora não vai interessar a ninguém.
Estou focada em não esquecer de quem eu sou.
É como se alguma coisa ou alguém bloqueasse qualquer outro tema aqui dentro de mim.
Não tenho mais nada pra conversar, nenhum assunto consegue ligar a tecla ON no meu cérebro.
Fico robotizada, piloto automático pra economizar o restinho de energia que ainda resta, entre uma pechada e outra de meus neurônios. Um vírus...uma ameaça.
O segredo não é ser forte, nem frio, nem calculista.
O segredo é ser paciente. Mas você só vai descobrir isto, depois de quebrar a cabeça umas duas vezes, e ter razões pra se desculpar com algumas pessoas.
Quando infectado pelo vírus da depressão, você entra em estado de embriagues total. E passa a viver em outro mundo...distante das demais pessoas. Você não alcança metade do que está acontecendo de verdade a sua volta. Inevitável ficar desconfiado de uma conspiração mundial a favor de sua degolação.
Existe uma gigantesca diferença entre os depressivos pelo mundo. Mas uma coisa é fato...não somos os mesmos durante uma crise. E como explicar isto para as pessoas? E o medo da rejeição dos demais quando descobrirem que você não está bem? Fechei-me em minha ostra. Mas ainda estou consciente de que sou uma pérola, e que preciso lutar contra as coisas que tenho sentido. Não vou alimentar uma doença, que pode acabar com minha vida, comendo minha sanidade e percepção das coisas aos poucos. Posso perder minha vida por minhas próprias mãos...conheci pessoas antes sensatas, que no auge da doença, se mataram. E ninguém entendeu o que aconteceu com elas. Eu sei bem o que elas pensam neste momento. A vontade de fugir e acabar com tudo isto vem e toma conta de todos os cantinhos bons da sua mente. Se elas conseguissem esperar mais uns minutos, não fariam...a gente sabe que o desespero uma hora passa. Mas entender isto, apesar de ser difícil é o que faz toda a diferença entre puxar o gatilho ou não.
Enfim Dra Ana, estou especialmente cuidadosa comigo mesma. Quem está em depressão profunda, vive como um viciado, vivendo um dia de cada vez.
E hoje eu resolvi espalhar um creme hidratante na pele. Uma vitória, para quem mal tinha vontade de tomar banho.
Porque a doença, se manifesta sem nossa escolha...mas podemos escolher fortalece-la ou não.--------------
ass: (Alice Walter Alves) paciente com depressão profunda a seis meses
A sua bactéria não é igual a minha.
CUIDADO COM AQUILO QUE EXPERIMENTA---------------------------------------
Mulherada, vocês tem noção da quantidade de bactérias que nós carregamos no corpo? nem todas são ruins...mas quando elas vem de outro corpo, a probabilidade de que nossa pele não consiga lidar com elas, é gigante. Para evitar contágio por fungos ou bactérias, o ideal é que brincos, escova de cabelo, rímel, lápis de olho e batom sejam de uso exclusivo
Evite usar maquiagens que tiveram contato direto com outra pessoa. E se você já usou, ou usa com frequência, evite a partir de agora, pois pode ser que no futuro você entenda as consequências disto da pior forma.
E assim como os pincéis de maquiagem, lápis de olho e batons, também temos de ter cuidado, com aquilo que colocamos em nossas orelhas. No caso de orelhas furadas, o risco de pegar uma infecção ao experimentar brincos, é grande. Uma infecção no lóbulo da orelha é um inchaço da orelha causado por bactérias staphylococcus que infectam a pele da orelha. E podem ser facilmente transmitidas de uma orelha para a outra.
E quando é você que empresta? Sempre que uma pessoa usa seus brincos, logo após deve ser feita uma higienização na peça...para que nenhuma bactéria infecciosa permaneça ou se prolifere na peça. As vezes algumas alergias começam a surgir, e a gente nem imagina que possa ter começado nas orelhas...por isto todo cuidado é pouco!!
Aconselho também as vendedoras informais, sacoleiras e tals que vendem brincos de todos os materiais, principalmente aquelas que adoram ficar experimentando as peças que vendem, que higienizem suas peças antes de passar a cliente. Dá trabalho sim, mas é para o bem do seu negócio e da consumidora. Fica a dica meninas!!
O abandono de Antônia
Enfatizando o abandono.------------------------------------------------------------------
Antônia, foi deixada por Gustavo, depois de 6 anos de relacionamento. Um relacionamento que já não ia mais tão bem.
Ela fazia todas as vontades dele, mas mesmo assim, ele já não dava a ela a mesma importância de tempo atrás.
Por muitas vezes, o namorado se mostrou indiferente aos planos que ela fazia...mas ela fingia não perceber que tudo estava a um passo de acabar. E quanto mais ela sentia isto, mais ela se dedicava a pensar em reverter sozinha, uma situação insustentável.
Até que chegou o dia em que Gustavo cravou esta estaca no peito de Antônia, com um sonoro "ACABOU".
Ela implorou, humilhou-se, mas nada faria ele voltar atrás.
Antônia já não saia mais viver sozinha. E a única coisa que sabia pensar era que sua vida tinha acabado ali, no instante em que Gustavo passou pela porta. Ela não tinha mais pernas, nem braços, nem saúde. Sentimentos como gratidão e esperança não habitavam mais aquele cérebro. E a escuridão foi tomando conta de seu coração. E como esperado, a moça entrou em depressão. Como dói ser abandonada...e era só o que Antônia conseguia pensar durante os meses que se seguiram. E esta história se repete e se repete mais do que imaginamos.
Porque será que agimos como se dependêssemos dos outros?
Depressão é uma doença, mas mergulhar na tristeza, é permitir que ela crie forças...é desistir de si mesmo.
Seria como um asmático fumando uma carteira de cigarros.
É preciso entender que somos indivíduos capazes, e que precisamos resgatar o amor próprio, por mais difícil que isto pareça.
O corpo acostuma com as piores dores, e com o tempo elas vão amenizando. E com dor de amor e sensação de abandono, não é diferente.
Mas afinal porque fazemos tanta questão de enfatizar esta dependência pelos outros em nossa vida e rotina?
Porque não conseguimos perceber que existem ciclos, e quando eles se fecham, é vida que segue?
Esperar pelos outros, por melhor que eles sejam, é perda de tempo.
Você precisa depender de si mesmo, precisa depender única e exclusivamente de sua vontade, de seu desejo. Continuar em frente, não é apenas uma opção, mas sim uma espécie de consideração por si mesmo, em respeito a todas as horas que você passou planejando ou sonhando com alguma coisa.
Enquanto você segue em frente, vai conhecendo outras pessoas...e encurtando a distância, entre você e seu sonho, a cada passo. MAS ESTES PASSOS PRECISAM SER DADOS...MESMO QUE VOCÊ NO INÍCIO CAMINHE LENTAMENTE. O importante é caminhar. E quanto aqueles que não quiseram caminhar com você, estes não são problema seu...aliás, nem são um problema. São apenas pessoas bacanas, (ou não), amigas (ou não), que fizeram parte da sua vida...o resto é sempre VIDA QUE SEGUE.
Cinco balas por um real.
OS INSUPORTÁVEIS COXINHAS
Lembro bem da quantidade de pessoas que até pouco tempo diziam:- "você é uma pessimista", "coxinha", só está dizendo isto porque é contra as boas intenções do PT...não sabe do que está falando.
----Tive de me acostumar com o apelido imbecil de coxinha...e agora, a "COXINHA" volta com a seguinte pergunta:
"Eu não falei que ia dar errado?".
Isto não começou de uma hora para outra, pois, não é de hoje, que o governo, começou a maquiar pesquisas feitas por entidades sérias neste país...mas preferimos acreditar que não passava de mal entendido, apenas detalhes, de uma marolinha. Estas pesquisas podiam estar sendo maquiadas desde o governo anterior...mas não causou grandes impactos na economia antes. Hoje em dia, programas falindo, saúde, educação, estradas e segurança sucateados...e o governo federal, sentado sobre o próprio ego, sem ter a dignidade de ao menos nos pedir desculpas. Pois pra eles, a crise não tinha chegado. Será mesmo que eles não sabiam de nada? nem sobre a crise que estava prestes a explodir? Só isto já é razão suficiente para acreditar que foram incompetentes. E nós pagamos muito alto, para que ainda tenham muuuito luxo. Alguém duvida??? Tenha pena dos políticos lá de cima, depois de passar um dia com a metade do luxo que eles tem. Eu nunca fui contra as pessoas mais pobres terem um pouco mais de conforto, fui contra o momento e a forma de distribuição das bolsas sociais e falta de fiscalização. Enfim...se não existe dinheiro sobrando, nem como controlar uma distribuição de dinheiro...invista em TRABALHO. E cada um ia colher O QUE DE FATO TINHA PRODUZIDO. Justo não? Qualquer pessoa que entenda um pouquinho de economia, sabe que inventar dinheiro através de criação de crédito, estoura em inflação. Que decisão infeliz deste governo.
Agora, meus queridos...pode aumentar o quanto for as bolsas...que a inflação vai sambar na nossa cara, e principalmente na cara de quem mais precisa, dos mais pobres. Pois este governo, acabou com um dos maiores planos sociais que já tivemos neste país..."o plano real"!! Moeda brasileira...nosso orgulho por anos, que aguardava apenas um governo competente para fazer nosso país decolar. E o que foi que aconteceu??? Um acidente de percurso? Saudade da época em que um real não valia apenas cinco balas.
Com todo respeito que tenho, as opiniões contrárias...já não depende mais de questões ideológicas, de livros de história, de lados, partidos, ou de nossas boas intenções. É cálculo, é exatas, é provável, é palpável...é administrativo. Muitos partidos envolvidos...mas quem lidera todo este jogo?Quem resolveu fazer socialismo sem recursos? Pior é que, brigamos, discutimos, debatemos, ganhamos a antipatia de muitos. Amizades foram desfeitas, para no final das contas, infelizmente, perceber que alguns insuportáveis, apelidados de "COXINHAS", como eu, estavam apenas querendo alertar, para o que de fato aconteceu...este governo não sabe administrar.
Se tivéssemos dinheiro disponível, e se não fosse importante pra nossa economia, pagar as dívidas que temos com outros países, e se não sustentássemos políticos tão caros, eu até seria a favor de distribuição de renda. Mas distribuir o que? ilusão?? daí veio a ideia genial de inventar dinheiro e crédito que não poderiam estar ali. Resultado?? INFLAÇÃO, ETIQUETA DE MAL PAGADOR ROLANDO PELO MUNDO E UMA CRISE QUE COXINHAS CHATOS como eu, estavam gritando aos quatro ventos que iria acontecer.
Que tenhamos aprendido a lição...brigar uns com os outros, enquanto eles QUEIMAM NOSSO DINHEIRO, foi a pior decisão que abraçamos!!
Irmão rico e irmão pobre.
PRECONCEITO DE CLASSE (está vindo de onde mesmo?)
UMA HISTÓRIA PRA TE FAZER PENSAR!!!
- Dois irmãos gêmeos, negros, pobres e nascidos numa Vila de Porto Alegre. Wesley e Thomas. Ambos se envolveram no mundo das drogas logo na adolescência, pois estava na porta de sua residência.
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Mas Wesley, resolveu largar tudo, e começou a levar os estudos a sério, e decidiu vender bala de goma no centro de POA.
Guardava cada centavo que sobrava. Enquanto Thomas, sentia muita revolta pelo sistema, e pelas pessoas preconceituosas que não lhe deram oportunidade. Perdia horas do seu dia lamentando isto!!
Mas Wesley, pouco se importava com estas pessoas, e continuava em sua batalha diária. Tirando boas notas na escola, e estudando nos finais de semana. Trocava diversão, para plantar sementinhas de futuro......só sendo muito esforçado mesmo.
Enquanto isto, Thomas fazia bicos e com o dinheiro, saia pra beber com os amigos na balada do findi.
E Wesley, continuava economizando, os resultados de suas vendas no centro da cidade.
3 anos depois. Thomas, continuava com a mesma vida, bicos durante a semana e gastos nos finais de semana, com a diferença, que largou os estudos, por achar que o ensino público não ia levar a lugar nenhum. Mas e Wesley? que fim deu????
Wesley, também achava que o ensino público não lhe traria futuro, por isto mesmo complementava este ensino em casa...por conta, só ele e os livros, que conseguia de graça na biblioteca. Nestas andanças enquanto vendedor no centro da cidade, conheceu muita gente, e entre estas, uma se tornou grande admiradora de seu esforço. João Carlos, diariamente comprava as coisas que Wesley vendia, até que um dia resolveu lhe fazer uma proposta. João Carlos não precisava de dinheiro, mas de alguém esforçado e de confiança, viu no rapaz estes atributos e abriu com ele, uma pequena lancheria próximo de onde Wesley passou sua vida como autônomo. Wesley agora, é sócio em uma lancheria, e está formado em administração, e não precisou de cotas pra isto...já que passou muito bem no vestibular. Foi um dos primeiros colocados. Wesley hoje, entrou pra classe média...por seu próprio mérito e esforço. Aproveitando as oportunidades que teve, sem perder tempo lamentando as que não teve, como Thomas.
Antigamente se dava muito valor a este tipo de personalidade. Mas se você parar pra pensar nos dias de hoje, que explicação se dá pra isto??
WESLEY TEM SORTE!! Pois do nada apareceu alguém pra ajudar. Esquecem das escolhas que ele fez antes.
THOMAS É UM COITADINHO!! Pois foi um oprimido pela sociedade. Esquecem das escolhas que ele fez antes.
E mesmo que ambos tenham tido a mesma mãe, mesmo pai, mesma aparência, mesma educação. O ser humano tem tendência ao "COITADISMO"....e muitos ao ler esta história, ainda sentirão pena de Thomas e nenhuma admiração por Wesley....infelizmente.
Quando os filhos voam
Sei que é inevitável e bom que os filhos deixem de ser crianças e abandonem a proteção do ninho.
Eu mesmo sempre os empurrei para fora.Sei que é inevitável que eles voem em todas as direções como andorinhas adoidadas.
Sei que é inevitável que eles construam seus próprios ninhos e eu fique como o ninho abandonado no alto da palmeira…
Mas, o que eu queria, mesmo, era poder fazê-los de novo dormir no meu colo…
Existem muitos jeitos de voar. Até mesmo o vôo dos filhos ocorre por etapas. O desmame, os primeiros passos, o primeiro dia na escola, a primeira dormida fora de casa, a primeira viagem…
Desde o nascimento de nossos filhos temos a oportunidade de aprender sobre esse estranho movimento de ir e vir, segurar e soltar, acolher e libertar. Nem sempre percebemos que esses momentos tão singelos são pequenos ensinamentos sobre o exercício da liberdade.
Mas chega um momento em que a realidade bate à porta e escancara novas verdades difíceis de encarar. É o grito da independência, a força da vida em movimento, o poder do tempo que tudo transforma.
É quando nos damos conta de que nossos filhos cresceram e apesar de insistirmos em ocupar o lugar de destaque, eles sentem urgência de conquistar o mundo longe de nós.
É chegado então o tempo de recolher nossas asas. Aprender a abraçar à distância, comemorar vitórias das quais não participamos diretamente, apoiar decisões que caminham para longe. Isso é amor.
Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.
Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que impede-os de navegar nas ondas de seu próprio destino.
Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.
Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.
Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.
Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.
Aprendo que existe uma criança em mim que ao ver meus filhos crescidos, se assustam por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.
Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.
E não há estrada mais bela do que essa.
(Rubem Alves)
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Vendedora feia
Uma vendedora chama a CLIENTE de gorda e feia.....a cliente chora, e a vendedora ainda se defende
(- Sou sincera, tu é gorda e feia mesmo, se tu gosta de mentira, vá comprar em outra loja.)
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Este absurdo, me fez lembrar, de quantas pessoas a gente costuma ver, defendendo uma postura agressiva, e chamando isto de sinceridade.
Existem diferenças entre "sinceridade" e o "sincericídio", e entre a "franqueza" e a "falta de educação".
Deve-se ser honesto com as pessoas sim, mas sempre entendendo que para o bom convívio é necessário também o bom senso.
É necessário ponderar, pois o mundo não é obrigado a aceitar exatamente tudo que pensamos, fora que muitas destas coisas, quando dizem respeito a aparência, são subjetividades desnecessárias, opiniões pessoais que só dizem respeito a quem pensa...e a necessidade de exteriorizar, nada mais é do que uma FALTA DE SENSIBILIDADE e "simancol", Bonito ou feio, parte da ótica de cada um.
Já pensou? se todos saíssem despejando tudo que vem a cabeça de qualquer jeito? E exigindo que o mundo aceite isto?
Quando eu vejo pessoas mal educadas, se denominando "sinceras", eu me pergunto: -Que dicionário esta pessoa deve usar como referência para adotar esta postura como "sinceridade"? E como será que esta pessoa reagiria, se todo mundo também dissesse a ela TUDO que pensam a seu respeito?
No caso desta vendedora mal educada e insensível, o troco veio em massa....foi entregue a gerência.
----E no fim das contas, a feia da loja, era a vendedora. Afinal, a gentileza não é subjetiva.
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